oi, prazer.

    Oi, pessoas, eu não sei porque exatamente criei um blog e nem porque vou publicar algo nele, mas enfim, olá a você, menino, menina, menine, bem-vindo, bem-vinda e bem-vinde.

    Para começar, eu nunca escrevi um blog, mas escrevi histórias e acho que fazer postagens em um blog não é mais difícil do que escrever uma história de sessenta e tantos capítulos.

    Bom, eu vou fazer aquela coisa clichê de me apresentar, como nos blogs de filmes americanos. Meu nome é Natália, eu tenho 13 (treze) anos, sou gaúcha, estudante do nono ano e é isso. Eu não tenho tantos hobbies, mas sempre que posso, tento fazer coisas novas. Meus passatempos favoritos são: cantar, dançar, ler, cozinhar e escrever. Não que eu cozinhe bem, eu sei fazer doces e outras "porcarias", mas ainda vale. Eu também não danço tão bem quanto gostaria, porém eu tento.

    Uma das únicas coisas que eu faço bem é cantar. Eu quero ser uma cantora quanto crescer, mas ainda levo isso como um hobby, por não poder fazer acontecer. Me apresentei no show de talentos na minha escola, e apesar de ter sido muito aplaudida, não havia nem um olheiro lá, então não consegui nada, como previsto.

    Eu acredito em mim, de verdade, mas as coisas não acontecem tão rápido assim, e eu tive que aprender a aceitar isso. Embora eu quisesse muito que alguém olhasse para mim e pensasse: "Essa tem futuro" e aí as coisas só iriam fluir, assim como eu sempre imaginei. É um pouco 'nhé' pensar assim, mas não quero ser uma cantora qualquer. Quero ser, especificamente, uma k-idol. Mesmo que eu não seja coreana e nada do tipo. Mas é uma coisa que realmente me agrada. Cantar numa língua diferente que aos poucos está se tornando internacional. Eu gosto desse estilo e quem me conhece sabe que às vezes eu sou muito chata em relação a isso, mas acreditem, eu já fui pior. Agora eu levo as piadas na boa e até dou risada, mesmo que seja uma xenofobia desgraçada chegar falando 'xing xong' e outras coisas. 

    Eu, além de kpopper, também sou pansexual. Muita gente sabe o que é, mas enfim, vou explicar. É basicamente uma pessoa que gosta de tudo, como 'pan' significa 'tudo' no latim. Gostamos das pessoas por quem elas são e que se dane o gênero. E essa conversa tomou um rumo totalmente diferente, porém como vocês estão apenas me conhecendo, é normal, eu acho.

    Enfim, não sei mais o que falar sobre a minha pessoa, e percebi que falei muitas vezes a palavra 'enfim', ok. Acho que isso é um tchau, até próxima, te vejo depois, bye bye, etc. adeus, pessoa estranha, foi bom conhecer você.

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